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terça-feira, 15 de novembro de 2016

"Crinsk Dee Night" (diálogo) dos The Beatles (1964)


(...)
[John:] We brought you the flowers, Ring.
[Brian:] He's not allowed to talk.
[Ringo:] Eh?
[John:] We brought you the flowers.
[Ringo:] Oh, good. [John:] And the grapes.
[Ringo:] Oh, I like grapes.
[Paul:] He likes grapes.  
[George:] We've been to Portugal. 
[Brian:] Guess who's, guess who's top of the pops in Portugal, then.
[All:] Who? [Brian:] Los Beatles.
[John:] Los Beatles? Great, great laugh. [Brian:] I don't suppose you know the title of your film in Portuguese?
[John:] No. Crinsk dee Night? 
[Brian:] Could be. Let's hear the number, shall we?
[John:] Right.

Youtube

Texto completo 

"Live at the BBC" é um álbum dos Beatles lançado em 1994. O álbum inclui diversas gravações feitas para programas de rádio da BBC entre 1963 e 1965, quer de actuações ao vivo, quer alguns diálogos entre a banda e diversos apresentadores como Brian Matthew.

A primeira faixa do disco 2, "Crinsk Dee Night", faz referência a Portugal, sendo o título o suposto nome do filme "A Hard Day's Night" em Portugal.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

"Appreciate You" de Lil' B (2014)


Yeah real shit, you nam saying, Bay Area boys stand up, man, worldwide wasup, I love you, aye Africa what it do, aye Venezuela, aye Portugal wasup, it feels like a beautiful day in Portugal, right now, you nam saying

(...)

(Breve referência a Portugal, Venezuela e África no início do tema)

Letra integral

Youtube

sábado, 15 de março de 2014

"O teu cabelo não nega" de Lamartine Babo e Irmãos Valença (1931)



O teu cabelo não nega mulata
Porque és mulata na cor
Mas como a cor não pega mulata
Mulata eu quero o teu amor

Tens um sabor bem do Brasil
Tens a alma cor de anil
Mulata mulatinha meu amor
Fui nomeado teu tenente interventor

Quem te inventou meu pancadão
Teve uma consagração
A lua te invejando faz careta
Porque mulata tu não és deste planeta

Quando meu bem vieste à terra 
Portugal declarou guerra 
A concorrência então foi colossal 
Vasco da gama contra o batalhão naval

Video: Castro Barbosa 

domingo, 15 de setembro de 2013

"Portugal" de Brenno Reis e Marco Viola


Você sonhava em estudar em Portugal
Eu te apoiei falei que ia ser legal
Mas deu medo quando eu vi você se afastar de mim

Fiquei aqui esperando você voltar
Eu vi os anos passando bem devagar
Guardei meus beijos e desejos pra te entregar

Depois de 5 anos você me telefonou
Pra me contar que sem querer se apaixonou
Pediu desculpas e falou pra não te esperar

A minha sorte é que ninguém morre de amor
Mas eu preciso de um último favor
É coisa rápida eu não quero te incomoda

- Eu estou em Lisboa no aeroporto e não sei voltar

Video: Youtube 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

"Portuguesiña" (1972) de António Molina (Tuna)


Bajo el faro de la luna
rompe el silencio un cantar,
pasa rondando la tuna
las calles de Portugal.

El corazón como ofrenda
 y una promesa de amor,
te trae desde su tierra
un caballero español.


ESTRIBILLO

Portuguesiña miña,
de mi corazón,
escucha tú, mi niña,
mis coplas de amor.

No importa la frontera
entre España y Portugal,
si bajo sus banderas
el amor creciendo está.

Levántate, mi niña,
y sal al balcón, portuguesiña,
miña, miña, miña, miña,
portuguesiña de mi corazón.

Un San José de azulejos
en la pared del jardín,
entre parrales y rosas
portuguesiña te vi.

Ahora tengo la certeza
de que la puerta se abrió,
de esa casa portuguesa
para mi amor español.

Letra de Bazán e música de Cuenca y Algarra

Estilo: Pasacalle

Video. Youtube

Fonte: asminhasaventurasnatunolandia.blogspot.com

quarta-feira, 15 de maio de 2013

"Ill Vibe" Busta Rhymes (feat. Q-Tip)


 My rhymes profess life like the birds and the bees
Make Funk-Master Flex say yo I'm feeling these
Flows make you shit in your drawrs. Change your dungarees

Smoking trees, getting cottonmouth, wild munchees
Bowed down the block eating food at Luigi's
Constipated... too much extra cheese
Well anyway, while I was cooling down at Luigi's I met some
Siamese twins from overseas..
Lebanese Let's begin with the friends from New Orleans
They had a fifth friend.
She was straight Black-Portuguese 
Pretty palm-olive-soaped skin, AloeVeralese
She looked like the type of chick you only see in fantasies
The type of chick you would KILL for to get between the knees Yo.
I made time to chill with Miss Portuguese
Would you believe, the bitch tried to steal my fucking house keys And rob me for my G's
Had to show this crazy braud, I mastered my Degree's and my Ph.D's
Got your face on camera; motherfucker say cheese
You better get with your friends quick, before I start to squeeze
Getting caught up in that freaky gold-digger Jamborees

Youtube 

sexta-feira, 15 de março de 2013

"Saudade de Portugal" dos Trem da Alegria


A minha mãe foi com meu pai pra Portugal
E de presente ela me trouxe uma canção
Eu não sei como se leva essa dança
Mas tem alguma coisa que vai lá no coração

O meu vizinho Manoel é português
É carrancudo e como sempre a resmungar
Quando eu botei o tal do disco na vitrola
De repente ouvi uma voz que vinha do 2º andar

Lalaia laia laia
Lalaia laia laia

Seu Manoel batia palmas
Dava pulos nos tormentos
Não queria mais parar

(...)

Video: Youtube 

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

"Sara" de Bob Dylan (1975)


I laid on a dune, I looked at the sky
When the children were babies and played on the beach
You came up behind me, I saw you go by
You were always so close and still within reach
Sara, Sara
Whatever made you want to change your mind?
Sara, Sara
So easy to look at, so hard to define
I can still see them playin’ with their pails in the sand
They run to the water their buckets to fill
I can still see the shells fallin’ out of their hands
As they follow each other back up the hill
Sara, Sara
Sweet virgin angel, sweet love of my life
Sara, Sara
Radiant jewel, mystical wife
Sleepin’ in the woods by a fire in the night
Drinkin’ white rum in a Portugal bar
Them playin’ leapfrog and hearin’ about Snow White
You in the marketplace in Savanna-la-Mar
Sara, Sara
It’s all so clear, I could never forget
Sara, Sara
Lovin’ you is the one thing I’ll never regret
I can still hear the sounds of those Methodist bells
I’d taken the cure and had just gotten through
Stayin’ up for days in the Chelsea Hotel
Writin’ “Sad-Eyed Lady of the Lowlands” for you
Sara, Sara
Wherever we travel we’re never apart
Sara, oh Sara
Beautiful lady, so dear to my heart
How did I meet you? I don’t know
A messenger sent me in a tropical storm
You were there in the winter, moonlight on the snow
And on Lily Pond Lane when the weather was warm
Sara, oh Sara
Scorpio Sphinx in a calico dress
Sara, Sara
You must forgive me my unworthiness
Now the beach is deserted except for some kelp
And a piece of an old ship that lies on the shore
You always responded when I needed your help
You gimme a map and a key to your door
Sara, oh Sara
Glamorous nymph with an arrow and bow
Sara, oh Sara
Don’t ever leave me, don’t ever go

Youtube 

domingo, 15 de janeiro de 2012

"El cha ca cha del tren" de Hermanas Fleta


A Lisboa en tren de lujo yo viajaba
y a mi lado muy galante un portugués

al momento un gran amor me declaraba
con mayor velocidad que nos llevaba aquel exprés.

Al compás del cha ca cha, del cha ca cha del tren
que gusto da viajar, cuando se va en exprés
pues parece que el amor con su dulzón vaivén
produce mais calor que el cha ca cha del tren.

Al regreso de la tierra de los fados
muy atento y muy cumplido el revisor
el billete me picó molto obligado
declarando que estaba muertecito por mi amor.

Al compás del cha ca cha, del cha ca cha del tren
que gusto da viajar, cuando se va en exprés
pues parece que el amor con su dulzón vaivén
produce mais calor que el cha ca cha del tren.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

"Portuga" de Cazuza e Orlando Moraes


Eu sou um "portuga" burro
E tenho mil caravelas na cabeça
Juntou com preto e com índio
Mas no fundo é "portuga"
Com seus sonhos de mar
Seu destino de fado
A eterna espera na praia
E a coragem de enfrentar tormentas

Eu sou "portuga" com meu dinheirinho contado
E meu gosto pela desgraça
Pelo meu corpo peludo
Pelo meu amor pelo acaso
Vou ter um dia uma mulher valente
Que vai ser a leoa da casa
E Portugal, África e Brasil
Vão ser uma grande comunidade

Se fala mais português que japonês, sabiam?
Se fala mais português que japonês, sabia?
E a gente vai se impor no mundo
O vinho, o fado, o porto
Sou triste, quase um "portuga" triste
Mas as vezes bebo e danço
E sou doce como um toucinho do céu

Portugal, meu útero
Acorda com os teus filhos
E vamos embarcar de novo
Nas novas caravelas
Vamos dominar o mundo
Só que de um modo mais belo
Só que de um modo mais belo

A liberdade já chegou em Angola
E vai chegar no Brasil
Mistura a culpa do teu fado
Com a alegria que veio da África
Mas, "portugas", esqueçam
Esse destino de fado
Mas, "portugas", esqueçam
Esse destino de fado

É preciso mudar e lutar
Eu acredito na força do português
No mundo do português burro no mundo
Porque a grande piada é o Brasil

terça-feira, 17 de maio de 2011

"Os portugueses deixam a língua nos trópicos" de Secos e Molhados (2000)


Um pedaço de pátria livre com minhas veias atlânticas
No mapa mestiço do meu corpo negro ou brasileiro
A mesma face enterrada no chão português da ibéria
E a mesma alma oceânica a caminho dos ventos

A mesma língua por dentro da língua falada nos espaços
Recônditos da alma morena dos antepassados recíprocos
Todos comuns ás virgens desfloradas pelos homens sem cor
Que punham lantejoulas no céu de cada ventre tropical

Ao sul das lânguidas praias margens da misteriosa atlântida
Quilhas rasgando os vendavais de cada aventura sem destino
Aí nasceram as bocas astrais para os signos dos deuses
Criando a mitologia dos afogados ao leme dos tempos

Resta essa lusíada chama agora liberta nas plagas continentais
Onde fermenta o sol no sal das obtusas claridades das sombras
Gerando a palavra nos corações misturados nos abismos das raças
Onde as pirâmides assinalam os sarcófagos do meu povo

Povo triturado pelas esferas e os cata-ventos imperdoáveis
Das bruxas que urdiram o maligno feitiço do império
E agora mortas expelem nas marés as fétidas fezes da história
Uma história que é preciso começar outra vez de zero

Um pedaço de pátria livre com essa chama lusíada
Líquida chama nos lábios de um futuro sem abortos
Expressão dos ventres da gestação austral
Ou das pequeninas ilhas dos golfos crioulos

Um beijo na boca do universo um beijo africano
Principalmente africano e brasileiro
Do zero ao êxtase um beijo íngreme na boca
Das líquidas palavras da mesma língua cósmica

Será uma fusão de asas salgadas pelas marés claras
Das praias assinaladas pelas âncoras ancestrais
E a mesma viagem andrógina dos bissexos da mesma pele
Desfraldando as bandeiras miscigenadas pelas lantejoulas

Um pedaço de pátria das pátrias procriadas
No mesmo verbo ardente de lírica melodia
Cantando amanhã as palavras somadas
Pelas gentes que esta língua em si mesmo procria

Meu sangue diluído nos poros do teu ser
Esse meu estar no mundo na tua pele sem cor
Colhendo os brasis nas selvas africanas
E as áfricas semeando no reino dos algarves

Quem será esse filho do grávido futuro
Que a tua boca oferece ao beijo redimido
Fecundado pelos séculos no mesmo chão sem pátria
Das pátrias do meu verbo do teu verbo nascido

Um pedaço uma gota uma única gota
Do teu perfil mestiço projetado nos astros
Singrando mares siderais á procura de rota
Os mares os mesmo mares nunca antes navegados

Que os despojos da história voltem ao restelo
Mas que essa chama livre para sempre viva
Num pedaço de pátria múltipla pátria amada
Feita de mil pedaços da alma do meu povo

Português em macau ou brasileiro em luanda
Africano da bahia ou crioulo europeu
Quando falas eu sei que nasceste de mim
Quando em mim nascias do meu pai do teu pai

Português infeliz nas andanças andadas
Palmilhou cicatrizes no rosto do tempo
E não sabe o que fazer das encruzilhadas
Nem das cruzes que pôs nas vertentes oblíquas

Português sem o gesto da própria mão direita
Decepadas nos becos das entranhas marinhas
(poentes de navalhas em horizontes mortos)
Com a vida esvaída nas correntes submersas

Português carregando os crepúsculos pesados
De uma podre velhice para estrumar a europa
Enforca-te no mar e nos próprios cabelos
Mas não morras deitado na cama da ibéria

Português que furaste os olhos ardentes
Para veres os confins dos confins da aventura
Não desistas agora das auroras urgentes
E volta para casa para nasceres de novo

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

"Canzone Della Bambina Portoghese" de Francesco Guccini (1972)


E poi e poi, gente viene qui e ti dice di sapere già ogni legge delle cose.
E tutti, sai, vantano un orgoglio cieco di verità fatte di formule vuote...
E tutti, sai, ti san dire come fare,
quali leggi rispettare, quali regole osservare, qual'è il vero vero...
E poi, e poi, tutti chiusi in tante celle fanno a chi parla più forte
per non dir che stelle e morte fan paura...

Al caldo del sole, al mare scendeva la bambina portoghese,
non c'eran parole, rumori soltanto come voci sorprese,
il mare soltanto e il suo primo bikini amaranto,
le cose più belle e la gioia del caldo alla pelle...

Gli amici vicino sembravan sommersi dalla voce del mare...
O sogni o visioni, qualcosa la prese e si mise a pensare,
sentì che era un punto al limite di un continente,
sentì che era un niente, l'Atlantico immenso di fronte...

E in questo sentiva qualcosa di grande
che non riusciva a capire, che non poteva intuire,

che avrebbe spiegato, se avesse capito lei, quell' oceano infinito...
Ma il caldo l'avvolse, si sentì svanire e si mise a dormire
e fu solo del sole, come di mani future;
restaron soltanto il mare e un bikini amaranto...

E poi e poi, se ti scopri a ricordare, ti accorgerai che non te ne importa niente
e capirai che una sera o una stagione son come lampi, luci accese e dopo spente
e capirai che la vera ambiguità
è la vita che viviamo, il qualcosa che chiamiamo esser uomini...
E poi, e poi, che quel vizio che ti ucciderà non sarà fumare o bere,
ma il qualcosa che ti porti dentro,
cioè vivere, vivere e poi, poi vivere
e poi, poi vivere


CANÇÃO DA MENINA PORTUGUESA
LA "CANZONE DELLA BAMBINA PORTOGHESE" IN PORTOGHESE
Versione di Riccardo Venturi

__________________________________________________________

E após, e após
A gente vem pr'aqui e te diz
Que já sabe todas as leis das coisas.
E todos, sabes,
Orgulham-se como cegos
De verdades feitas de fórmulas vazias,
Dizer-te o que há-de fazer,
Que leis há-de respeitar,
Que regras há de observar,
O que é a verdade sem falta
E após, e após,
Todos fechados em tantas celas
Falam um mais alto do outro
P'ra não dizer que estrelas e morte
Fazem medo.

À beira-mar, no sol quente
Estava a ir a menina portuguesa.
Não havia palavras, só um barulho
Como vozes surpresas.
Só havia o mar,
E o seu primeiro biquini amaranto,
As coisas mais lindas,
E a alegria do calor na pele.

Os amigos perto dela pareciam
Sumergidos pela voz do mar;
Sonhos, visões, uma ou outra a tomou
E começou a pensar;
Sentiu que era un ponto
No limite dum continente,
Sentiu que era nada
O Ocêano imenso diante dela

E nisso sentia
Algo tão grande
Que não conseguia alcançar,
Que não podia perceber;
Te-lo-ia explicado
Se o tivesse percebido
Ela, e o Ocêano infinito;

Mas o calor a envolveu,
Sentiu-se esvair e adormeceu,
E só foi do sol,
Como de mãos para vir,
Só ficou o mar,
O mar e um biquini amaranto.

E após, após,
No meio das tuas lembranças
Vais perceber
Que não te importa disso,
Vais perceber
Que uma tarde ou uma estação
São relâmpagos,
Luzes acendidas e apagadas.

Vais perceber
Que a verdadeira ambiguidade
É a vida que a gente vive,
É o que a gente chama
Ser homes,
E após, após,
O vício que nos vai matar
Não será fumar, beber
Mas o que temos em nós,
Isto é viver, viver,
Viver, viver.

domingo, 15 de agosto de 2010

"Sérénade portugaise" de Charles Trenet

J'écoute le vent qui parle de ma belle
J'écoute le vent qui me parle d'amour
Le jour s'est enfui car il fait nuit sans elle
Sans elle, l'écho dans le bois reste sourd
Et gronde, gronde le tonnerre
Et gronde, gronde le ciel lourd

Je suis un marin, je chante les rivages
Je chante les flots et je chante les fleurs
Je fais des bouquets avec tous les nuages
Mais la fleur d'amour est toujours dans mon coeur
Et chante, chante ma jeunesse
Et chante, la joie et les pleurs !

Ce soir à minuit c'est la fête au village
Et nous danserons sous les platanes verts
J'aurai dans mes bras la fille la plus sage
Pour qui je fredonne ma chanson sur la mer
Et vogue, vogue mon ivresse
Et claque ma voile dans l'air !

(sem referência a Portugal)

sexta-feira, 16 de julho de 2010

"Un Portugues" de La Chancha (2002)

Si yo fuera un portugués
Me lavo las manos, me lavo los pies
Si yo fuera un argentino
Como chorizo y tomo vino
Si yo fuera un italiano
Hablo bien fuerte moviendo las manos
Pero como soy uruguayo
Mejor me callo.
Si yo fuera a punta del este
Arena blanca, cielo celeste
Si yo fuera a un supermercado
Puedo pedir algo prestado
Si yo fuera el rey o la reina
Uno me peina y otro me despeina
Pero como soy solo yo
Mejor me ca-llo.

Mais informações

quinta-feira, 15 de abril de 2010

"Portuguese Love" de Teena Marie (1981)


On a starry winter night in Portugal
Where the ocean kissed the southern shore
Here a dream I never thought would come to pass
Came and went like time spent through an hour glass
And you made love to me like fire and rain
Ooo you know you've got to be a hurricaine
Killing me with kisses, oh so subtly
You make love forever baby
You make love forever
I ain't gonna let you go that easy
You've got to say you love me too
I ain't gonna let you go that easy
I'm gonna give it all to you
Portuguese love
Won't you say it to me, say it to me,
say you love me baby

Harbor nights, we made love 'till the morning star
Then you crooned a song to me on your guitar
Was it so familiar calling soft my name -- Teena
Sunlight dancing slowly through love's window pane

And you made love to me like sugar and spice
Hush, my drunken heart -- this must be paradise
Killing me with kisses oh so tenderly
You make love forever baby
You make love forever

I ain't gonna let you go that easy
You've got to say you love me too
I ain't gonna let you go that easy
I'm gonna give it all to you
Portuguese love
Won't you say it to me, say it to me,
say you love me baby

Amore Portuguese -- Say you love me baby
Amore Portuguese -- Say you love me baby
Yo quiero a la ser amor -- A feeling to hard to ignore
Say amore Portuguese, you've got to say you love me

You knew that you felt good to me
From the first kiss to the last I'm trembling
"Cause you made love to me like no other man
And if you please I'd like to go back there again
Killing me with kisses oh so tenderly
You make love like . . .
You make love forever

I ain't gonna let you go that easy
You've got to say you love me too
I ain't gonna let you go that easy
I'm gonna give it all to you
Portuguese love
Won't you say it to me, say it to me,
say you love me baby

Portuguese amore -- amore Portuguese
Aye -- Say you love me

Mucho cortodo carino y besos
Maybe that will express what I've been going through ...

segunda-feira, 15 de março de 2010

"Estudiantina Portuguesa" (1950)




Somos cantores de la tierra lusitana,
traemos canciones de los aires y del mar,
vamos llenando los balcones y ventanas
de melodías del antiguo Portugal.

Oporto riega en vino rojo sus laderas,
de flores rojas va cubierto el litoral,
verde es el Tajo, verdes son sus dos riberas,
los dos colores de la enseña nacional.

Por qué tu tierra toda es un encanto?
Por qué, por qué, se maravilla quién te ve?
Ay Portugal! Por qué te quiero tanto?
Por qué, por qué te envidian todos? Ay! por qué?

Será que tus mujeres son hermosas,
será, será que el vino alegra el corazón,
será que huelen bien tus lindas rosas será,
será que estás bañada por el Sol.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

"Morena de Portugal" (1968) (Tuna)


Un baile de fin de curso,
allá en la Universidad,
fue donde nos conocimos,
morena de Portugal.

La luna de Salamancanos
vio reir y soñar,
y luego, cuando te fuiste,
¡que triste mi soledad!

¡Ay, morena, mi morena!¡
Ay, mi amor en Portugal!
El fulgor de tu miradaya
nunca podré olvidar.

Ya la luna no sonríe
al pasar por mi balcón;
ella sabe mi secreto:
quererte y sufrir de amor.

¡Ay, morena, mi morena
!portuguesiña vuelve a mí,
que este estudiante
muere por ti.

Letra de Juan G. García Escobar e música de J. Cortina
Estilo: Pasacalle Estudiantina
País: España
Revisión: Partitura original 1968

Fonte: tunolândia

Imagem: Le Monde Illustré (1878)

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

"Le Portugais" de Joe Dassin (1971)

Avec son marteau piqueur
Il creuse le sillon de la route de demain.
Il y met du coeur,
Le soleil et le gel sont écrits sur ses mains,
Le Portugais dans son ciré tout rouge
Qui ressemble à un épouvantail...
As-tu vu l'étrange laboureur
Des prairies de béton et des champs de rocailles?

Il faut en faire des voyages,
Il faut en faire du chemin.
Ce n'est plus dans son village
Qu'on peut gagner son pain...
Loin de son toit, de sa ville,
À cinq cent milles vers le Nord,
Le soir dans un bidonville
Le Portugais s'endort.

Il est arrivé a la gare d'Austerlitz voilà deux ans déjà...
Il n'a qu'une idée, gagner beaucoup d'argent et retourner là-bas.
Le Portugais dans son ciré tout rouge
Qui ressemble à un épouvantail -
Il ne t'entend pas,
Il est sur le chemin qui mène au Portugal.

Il faut en faire des voyages,
Il faut en faire du chemin.
Ce n'est plus dans son village
Qu'on peut gagner son pain...
Loin de son toit, de sa ville,
À cinq cent milles vers le Nord,
Le soir dans un bidonville
Le Portugais s'endort.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

"Un Portugues" de Nina Pastori (1996)


Admiróse un portugués
al ver que en su tierna infancia
todos los niños de Francia
supieran hablar francés

"Arte diabólica es"
dijo torciendo el mostacho
"pues para hablar en gabacho
un gitano en Portugal
llega a viejo y lo habla mal
y aquí lo parla el muchacho"


Y el portugués
al ver que en su tierna infancia
todos los niños de Francia
supieran hablar francés
Badajoz, la Plaza Alta
tres gatos y un soportal
huele a café de puchero
y a raya de Portugal

Y el portugués...
De niño, dicen los viejos,
tenía la voz de cristal
la pena y el aguardiente
se la hicieron reventar
Pero viva donde viva
hecho añicos el cristal
Ramón seguirá cantando
lo que nació pa cantar
Y el portugués...

(autor: Carlos Lencero)

Video

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

"A Villa in Portugal" de The Pursuit of Happiness


Never sought perfection, I loved her for her flaws
Someday you've got to do something nice for someone
and not wait for the applause
I started pluralizing my sentences I guess I skipped a verse
The moment I relied on her everything got worse
Oh no I could not say
She could mean to be so cruel
But the proof is on this postcard>
From a villa in Portugal
>From a villa in Portugal
She had the face of an angel mixed up with gypsy's hands
Her emotions blow to pieces, man she doesn't care where they land
She was going to a movie, a friend was gonna pick her up
She didn't say she was going all the way to the Iberian Peninsula

I never sought perfection, I loved her for her flaws
So I'm left her to wonder how the spell I was under
Is effect without the cause
It doesn't take a doctor with tools made to dissect
To smell in the air that hangs around here
Faith dying of neglect